CÓDIGO DA OBRA
A obra Jovem Protagonista: Projetos Integradores Linguagens e suas Tecnologias é uma obra de acordo com as novas diretrizes para o Ensino Médio e com a BNCC.
A obra oferece flexibilização por meio de diferentes percursos formativos disponíveis para o estudante, e incentiva o protagonismo do jovem. Toda a obra é comprometida com a educação integral, apoiando o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e de valores humanos para formar o cidadão de maneira completa.
Ao longo dos seis projetos propostos, a obra busca a aprendizagem significativa, valorizando os conhecimentos prévios do estudante e estabelecendo conexões com os novos aprendizados. Os projetos consideram os interesses da nova geração e estabelecem uma conversa com a cultura digital de hoje, tornando o conteúdo e as atividades mais relevantes para os estudantes.
No desenvolvimento dos projetos, os estudantes terão a oportunidade de se relacionarem para fazer pesquisas, planejar ações e executá-las, desenvolvendo assim o produto final do projeto e as avaliações do trabalho realizado. As propostas incentivam o dinamismo por meio da gestão interativa com o ambiente e entre as pessoas.
Etapas bem orientadas: a estrutura da obra promove um trabalho procedimental bem orientado para o estudante, em que o encadeamento das ações ao longo das etapas do projeto indica os objetivos dos projetos.
Perspectiva de área (trabalho disciplinar integrado): a obra adota uma perspectiva da área em geral, de modo que as disciplinas são abordadas de maneira integrada, e o manual do professor indica quando um docente de outra disciplina deve conduzir uma etapa específica.
Temáticas de interesse do jovem – a obra traz questionamentos que centralizam o jovem no processo de aprendizado e promovem seu protagonismo.
Cultura digital: desenvolvimento de competências para o uso responsável e ético das possibilidades de estudo com a cultura digital.
Título da obra: Jovem Protagonista Projetos Integradores Linguagens e suas Tecnologias
Segmento: Ensino Médio
Área do conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Volume Único
Número de páginas de cada volume
Livro do aluno: 192
Livro do professor: 112
Nº edição: 1ª edição
• Livro do Estudante, direcionado ao Ensino Médio, composto por um volume único com seis propostas de projetos integradores da área de Linguagens e suas Tecnologias.
• Livro do professor impresso.
• 6 videotutoriais direcionados ao professor.
Bacharela e Licenciada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra e Doutora em Educação pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
Coordenadora de Ensino e Aprendizagem em instituição privada de Ensino Superior.
Bacharela e Licenciada em Letras pela FFLCH–USP. Mestra e Doutora em Linguagem e Educação pela FE–USP.
Especialista em Psicopedagogia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC–SP).
Formadora de professores na área de Linguagens na rede pública e na rede privada.
A escola é um lugar para chamar de nosso?
Tema Integrador: STEAM
Problema: Como reformar um espaço na escola para uso da comunidade escolar?
O projeto tem como objetivo promover uma reflexão sobre o espaço escolar e a relação de pertencimento que se estabelece com esse ambiente de convivência e de aprendizagens. O projeto pretende ajudar o estudante a construir caminhos de transformação desse lugar de acordo com as necessidades da comunidade escolar. Para tanto, propõe como produto a elaboração de uma proposta de reforma e/ou de criação de um espaço físico na escola em que estudam. Pode ser um espaço que, do modo como se encontra, não atenda às necessidades e ao bem-estar dos estudantes e necessite de uma reforma, ou, então, um novo espaço ou ambiente que não existe na escola, e que você e os colegas gostariam de criar.
O que nós, jovens, temos a ensinar?
Tema Integrador: Protagonismo juvenil
Problema: Como produzir um evento aberto à comunidade?
Neste projeto, os alunos vão protagonizar uma Semana da juventude, evento que será organizado pela turma e no qual todos poderão ensinar algo que sabem fazer ou compartilhar habilidades com outras pessoas. Depois de definir as atividades artísticas e culturais que serão apresentadas, o evento será aberto ao público-alvo escolhido por vocês. Os objetivos serão organizar e conduzir atividades culturais/artísticas diversas a serem compartilhadas com a comunidade; discutir e decidir com os colegas quais atividades devem ser oferecidas na Semana da juventude; conhecer mais sobre si: vontades, saberes e sonhos.
As produções jornalístico-midiáticas me representam?
Tema Integrador: Midiaeducação
Problema: Como produzir um jornal online com assuntos que representem os estudantes?
Os estudantes deverão produzir um jornal on-line e alimentá-lo com reportagens multimídia destinadas às comunidades escolar e local, principalmente aos jovens que pertencem a elas. Para chegar a essa produção final, será necessário trilhar alguns percursos com a finalidade de refletir sobre questões importantes que envolvem o campo jornalístico-midiático. Para dar início a essa trajetória, é importante compreender dois conceitos que serão bastante importantes para o desenvolvimento deste projeto: o de campo jornalístico-midiático e o de mídia. O campo jornalístico-midiático é uma área da linguagem voltada à produção e à leitura de textos jornalísticos, como notícias, artigos opinativos e reportagens. As mídias, por sua vez, são os meios pelos quais os textos jornalísticos são transmitidos, como o rádio, a televisão, a internet, os jornais, as revistas e, até mesmo, as redes sociais.
Imigrantes e refugiados no Brasil: como promover o bom convívio com a diferença?
Tema Integrador: Mediação de conflitos
Problema: Como divulgar as questões dos refugiados no Brasil e promover uma cultura de paz?
Neste projeto, os alunos vão conhecer mais sobre fluxos migratórios, pesquisando sobre imigrantes e refugiados que vivem no Brasil. Então, vão se apoderar de técnicas de mediação de conflito para escutar, com respeito e empatia, diferentes pontos de vista sobre a presença desses estrangeiros no país. Isso permitirá que eles se coloquem no lugar do outro, simulando uma conversa entre esses grupos e representantes da sociedade civil, como advogados, representantes da prefeitura ou de subprefeituras e de ONGs que apoiam estrangeiros. Para finalizar, vão produzir anúncios de propaganda, a fim de divulgar o tema e promover a cultura da paz.
Como problematizar um tema por meio de um curta-metragem?
Tema Integrador: Midiaeducação
Problema: Como produzir um curta-metragem de ficção para incentivar as pessoas a refletir sobre um tema socialmente relevante?
Neste projeto, os alunos vão se reunir em grupos para produzir curtas-metragens de ficção com o objetivo de sensibilizar e provocar as pessoas a refletir sobre um tema socialmente relevante. Para chegar a essa produção final, vão definir um tema de interesse social e pesquisar um conto relacionado a essa temática. Depois de buscar mais informações sobre o assunto e debatê-lo oralmente, vão adaptar o conto para um roteiro de filme e, por fim, gravá-lo em formato de curta-metragem de ficção. Ao final, vão planejar a divulgação desses vídeos e organizar uma exibição pública dos filmes para a comunidade. Também poderão inscrever os curtas-metragens em festivais nacionais e internacionais de cinema.
Picharam o muro da escola… E agora?
Tema Integrador: Mediação de conflitos
Problema: Como preparar uma comunicação circular para promover um diálogo sobre o conflito gerado por essa situação e alcançar uma possível solução? Como organizar e participar de oficinas de arte urbana?
Conflitos não só fazem parte da existência humana como permitem que as pessoas construam autoconhecimento, repensem suas opiniões, se transformem e transformem o contexto em que se inserem. No entanto, para que os conflitos sejam de fato construtivos, é necessário que todos os envolvidos tenham capacidade de escuta, sem julgamento de valor, e uma postura empática, ética e responsável, a fim de dialogar com o outro e compreendê-lo, mesmo sem concordar com seu posicionamento. Dessa maneira, torna-se mais fácil criar soluções para o problema apresentado. Nesse sentido, não se pode tratar os conflitos e as pessoas envolvidas de forma maniqueísta (bom versus mau, certo versus errado, perdedor versus ganhador). É preciso entendê-los como uma oportunidade de aprender a lidar com a diversidade, com o diferente, com as contradições e as incertezas, garantindo um diálogo aberto e respeitoso sobre aquilo que incomoda cada parte e promovendo a valorização dos direitos humanos e a autonomia de pensamento.
Desse modo, o projeto transita pelos campos de atuação na vida pública, artístico e das práticas de estudo e pesquisa, constitui-se uma oportunidade para refletir sobre um tipo de conflito comum na sociedade. O intuito não é apenas discutir sobre o tema, mas, principalmente, aprender a escutar, a dialogar e a atuar na mediação de conflitos, a fim de buscar acordos que sejam justos e que considerem todos os atores envolvidos na situação.
O projeto também permite promover oficinas de arte urbana no espaço escolar, abertas para a comunidade local, e exponham os trabalhos realizados, atuando artisticamente nesse espaço, deixando suas marcas, fazendo suas inscrições.
Apresenta uma pergunta mobilizadora que dá título ao projeto, acompanhada de uma ou mais imagens que buscam promover o engajamento dos estudantes acerca do que eles terão de investigar e produzir. As questões que compõem esse trabalho levam à reflexão sobre a pergunta do projeto e são úteis para levantar o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema, de modo que o professor possa ajustar seu planejamento com base nesse diagnóstico inicial.
Página exemplar: 10-11
Traz um título que comunica o produto final do projeto, seguido pelas principais informações da proposta, como objetivos, justificativa, materiais necessários e relação das competências e habilidades da BNCC a serem desenvolvidas. Trata-se de um momento importante para esclarecer dúvidas e acolher as contribuições dos alunos para o projeto se ajustar melhor à realidade da turma e da comunidade.
Página exemplar: 12 – 15
Momento inicial de desenvolvimento do projeto, em que os alunos são sensibilizados para uma dada temática que será problematizada por eles.
A problematização é conduzida para mobilizar os estudantes a se posicionar com base em sua perspectiva pessoal ou se colocando no lugar dos outros. Essas perguntas iniciais funcionarão como dispositivo para promover o pensamento crítico dos estudantes em relação à problemática apresentada e também podem ser indutoras de uma visão mais empática sobre problemas que envolvam a comunidade.
Página exemplar: 172-173
Propõe atividades de pesquisa aos estudantes, para levantamento de dados quantitativos e/ou qualitativos que possam dar solidez ao produto que será desenvolvido durante o projeto.
Nesse momento, metodologias de pesquisa são exploradas, para que os alunos sejam capazes de buscar fontes confiáveis, analisar os dados coletados e organizá-los de forma adequada e discutir de que modo essas informações podem contribuir para o resultado final esperado.
Página exemplar: 84-91
Propõe atividades de discussão, negociação, gestão e planejamento do projeto, de modo que os estudantes possam atingir os objetivos pretendidos, que resultarão em produtos que deverão impactar, de alguma forma, tantos os alunos quanto a comunidade.
Página exemplar: 120-123
Etapa de elaboração de uma primeira versão do produto que traduza o que se deseja com o projeto. Trata-se de um momento em que o protagonismo, que vem sendo exercido desde o início do projeto, efetivamente se consolida, na medida em que o que foi problematizado, pesquisado e planejado anteriormente toma uma forma concreta.
Página exemplar: 158-162
Nessa etapa, os alunos organizam formas de comunicação dos resultados pretendidos pelo projeto com a comunidade, de modo a atrair as pessoas e sensibilizá-las para que possam interagir e aprender com os produtos gerados pelos projetos.
Página exemplar: 126 – 130
Os estudantes são convidados a refletir sobre todo o processo por meio de atividades de autoavaliação e avaliação entre pares. Espera-se que essas ações contribuam para o desenvolvimento da metacognição, de modo que os alunos apliquem os aprendizados em outros contextos.
Página exemplar: 189
Apresenta indicações de livros, filmes, podcasts e sites que dialogam com o tema do projeto.
Página exemplar: 112
Oferece informações complementares que aprofundam assuntos abordados nos percursos.
Página exemplar: 98
A obra Jovem Protagonista: Projetos Integradores Linguagens e suas Tecnologias é uma obra de acordo com as novas diretrizes para o Ensino Médio e com a BNCC.
A obra oferece flexibilização por meio de diferentes percursos formativos disponíveis para o estudante, e incentiva o protagonismo do jovem. Toda a obra é comprometida com a educação integral, apoiando o desenvolvimento de competências cognitivas, socioemocionais e de valores humanos para formar o cidadão de maneira completa.
Ao longo dos seis projetos propostos, a obra busca a aprendizagem significativa, valorizando os conhecimentos prévios do estudante e estabelecendo conexões com os novos aprendizados. Os projetos consideram os interesses da nova geração e estabelecem uma conversa com a cultura digital de hoje, tornando o conteúdo e as atividades mais relevantes para os estudantes.
No desenvolvimento dos projetos, os estudantes terão a oportunidade de se relacionarem para fazer pesquisas, planejar ações e executá-las, desenvolvendo assim o produto final do projeto e as avaliações do trabalho realizado. As propostas incentivam o dinamismo por meio da gestão interativa com o ambiente e entre as pessoas.
Etapas bem orientadas: a estrutura da obra promove um trabalho procedimental bem orientado para o estudante, em que o encadeamento das ações ao longo das etapas do projeto indica os objetivos dos projetos.
Perspectiva de área (trabalho disciplinar integrado): a obra adota uma perspectiva da área em geral, de modo que as disciplinas são abordadas de maneira integrada, e o manual do professor indica quando um docente de outra disciplina deve conduzir uma etapa específica.
Temáticas de interesse do jovem – a obra traz questionamentos que centralizam o jovem no processo de aprendizado e promovem seu protagonismo.
Cultura digital: desenvolvimento de competências para o uso responsável e ético das possibilidades de estudo com a cultura digital.
Título da obra: Jovem Protagonista Projetos Integradores Linguagens e suas Tecnologias
Segmento: Ensino Médio
Área do conhecimento: Linguagens e suas Tecnologias
Volume Único
Número de páginas de cada volume
Livro do aluno: 192
Livro do professor: 112
Nº edição: 1ª edição
• Livro do Estudante, direcionado ao Ensino Médio, composto por um volume único com seis propostas de projetos integradores da área de Linguagens e suas Tecnologias.
• Livro do professor impresso.
• 6 videotutoriais direcionados ao professor.
Bacharela e Licenciada em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).
Mestra e Doutora em Educação pela Faculdade de Educação (FE) da USP.
Coordenadora de Ensino e Aprendizagem em instituição privada de Ensino Superior.
Bacharela e Licenciada em Letras pela FFLCH–USP. Mestra e Doutora em Linguagem e Educação pela FE–USP.
Especialista em Psicopedagogia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC–SP).
Formadora de professores na área de Linguagens na rede pública e na rede privada.
A escola é um lugar para chamar de nosso?
Tema Integrador: STEAM
Problema: Como reformar um espaço na escola para uso da comunidade escolar?
O projeto tem como objetivo promover uma reflexão sobre o espaço escolar e a relação de pertencimento que se estabelece com esse ambiente de convivência e de aprendizagens. O projeto pretende ajudar o estudante a construir caminhos de transformação desse lugar de acordo com as necessidades da comunidade escolar. Para tanto, propõe como produto a elaboração de uma proposta de reforma e/ou de criação de um espaço físico na escola em que estudam. Pode ser um espaço que, do modo como se encontra, não atenda às necessidades e ao bem-estar dos estudantes e necessite de uma reforma, ou, então, um novo espaço ou ambiente que não existe na escola, e que você e os colegas gostariam de criar.
O que nós, jovens, temos a ensinar?
Tema Integrador: Protagonismo juvenil
Problema: Como produzir um evento aberto à comunidade?
Neste projeto, os alunos vão protagonizar uma Semana da juventude, evento que será organizado pela turma e no qual todos poderão ensinar algo que sabem fazer ou compartilhar habilidades com outras pessoas. Depois de definir as atividades artísticas e culturais que serão apresentadas, o evento será aberto ao público-alvo escolhido por vocês. Os objetivos serão organizar e conduzir atividades culturais/artísticas diversas a serem compartilhadas com a comunidade; discutir e decidir com os colegas quais atividades devem ser oferecidas na Semana da juventude; conhecer mais sobre si: vontades, saberes e sonhos.
As produções jornalístico-midiáticas me representam?
Tema Integrador: Midiaeducação
Problema: Como produzir um jornal online com assuntos que representem os estudantes?
Os estudantes deverão produzir um jornal on-line e alimentá-lo com reportagens multimídia destinadas às comunidades escolar e local, principalmente aos jovens que pertencem a elas. Para chegar a essa produção final, será necessário trilhar alguns percursos com a finalidade de refletir sobre questões importantes que envolvem o campo jornalístico-midiático. Para dar início a essa trajetória, é importante compreender dois conceitos que serão bastante importantes para o desenvolvimento deste projeto: o de campo jornalístico-midiático e o de mídia. O campo jornalístico-midiático é uma área da linguagem voltada à produção e à leitura de textos jornalísticos, como notícias, artigos opinativos e reportagens. As mídias, por sua vez, são os meios pelos quais os textos jornalísticos são transmitidos, como o rádio, a televisão, a internet, os jornais, as revistas e, até mesmo, as redes sociais.
Imigrantes e refugiados no Brasil: como promover o bom convívio com a diferença?
Tema Integrador: Mediação de conflitos
Problema: Como divulgar as questões dos refugiados no Brasil e promover uma cultura de paz?
Neste projeto, os alunos vão conhecer mais sobre fluxos migratórios, pesquisando sobre imigrantes e refugiados que vivem no Brasil. Então, vão se apoderar de técnicas de mediação de conflito para escutar, com respeito e empatia, diferentes pontos de vista sobre a presença desses estrangeiros no país. Isso permitirá que eles se coloquem no lugar do outro, simulando uma conversa entre esses grupos e representantes da sociedade civil, como advogados, representantes da prefeitura ou de subprefeituras e de ONGs que apoiam estrangeiros. Para finalizar, vão produzir anúncios de propaganda, a fim de divulgar o tema e promover a cultura da paz.
Como problematizar um tema por meio de um curta-metragem?
Tema Integrador: Midiaeducação
Problema: Como produzir um curta-metragem de ficção para incentivar as pessoas a refletir sobre um tema socialmente relevante?
Neste projeto, os alunos vão se reunir em grupos para produzir curtas-metragens de ficção com o objetivo de sensibilizar e provocar as pessoas a refletir sobre um tema socialmente relevante. Para chegar a essa produção final, vão definir um tema de interesse social e pesquisar um conto relacionado a essa temática. Depois de buscar mais informações sobre o assunto e debatê-lo oralmente, vão adaptar o conto para um roteiro de filme e, por fim, gravá-lo em formato de curta-metragem de ficção. Ao final, vão planejar a divulgação desses vídeos e organizar uma exibição pública dos filmes para a comunidade. Também poderão inscrever os curtas-metragens em festivais nacionais e internacionais de cinema.
Picharam o muro da escola… E agora?
Tema Integrador: Mediação de conflitos
Problema: Como preparar uma comunicação circular para promover um diálogo sobre o conflito gerado por essa situação e alcançar uma possível solução? Como organizar e participar de oficinas de arte urbana?
Conflitos não só fazem parte da existência humana como permitem que as pessoas construam autoconhecimento, repensem suas opiniões, se transformem e transformem o contexto em que se inserem. No entanto, para que os conflitos sejam de fato construtivos, é necessário que todos os envolvidos tenham capacidade de escuta, sem julgamento de valor, e uma postura empática, ética e responsável, a fim de dialogar com o outro e compreendê-lo, mesmo sem concordar com seu posicionamento. Dessa maneira, torna-se mais fácil criar soluções para o problema apresentado. Nesse sentido, não se pode tratar os conflitos e as pessoas envolvidas de forma maniqueísta (bom versus mau, certo versus errado, perdedor versus ganhador). É preciso entendê-los como uma oportunidade de aprender a lidar com a diversidade, com o diferente, com as contradições e as incertezas, garantindo um diálogo aberto e respeitoso sobre aquilo que incomoda cada parte e promovendo a valorização dos direitos humanos e a autonomia de pensamento.
Desse modo, o projeto transita pelos campos de atuação na vida pública, artístico e das práticas de estudo e pesquisa, constitui-se uma oportunidade para refletir sobre um tipo de conflito comum na sociedade. O intuito não é apenas discutir sobre o tema, mas, principalmente, aprender a escutar, a dialogar e a atuar na mediação de conflitos, a fim de buscar acordos que sejam justos e que considerem todos os atores envolvidos na situação.
O projeto também permite promover oficinas de arte urbana no espaço escolar, abertas para a comunidade local, e exponham os trabalhos realizados, atuando artisticamente nesse espaço, deixando suas marcas, fazendo suas inscrições.
Apresenta uma pergunta mobilizadora que dá título ao projeto, acompanhada de uma ou mais imagens que buscam promover o engajamento dos estudantes acerca do que eles terão de investigar e produzir. As questões que compõem esse trabalho levam à reflexão sobre a pergunta do projeto e são úteis para levantar o conhecimento prévio dos alunos sobre o tema, de modo que o professor possa ajustar seu planejamento com base nesse diagnóstico inicial.
Página exemplar: 10-11
Traz um título que comunica o produto final do projeto, seguido pelas principais informações da proposta, como objetivos, justificativa, materiais necessários e relação das competências e habilidades da BNCC a serem desenvolvidas. Trata-se de um momento importante para esclarecer dúvidas e acolher as contribuições dos alunos para o projeto se ajustar melhor à realidade da turma e da comunidade.
Página exemplar: 12 – 15
Momento inicial de desenvolvimento do projeto, em que os alunos são sensibilizados para uma dada temática que será problematizada por eles.
A problematização é conduzida para mobilizar os estudantes a se posicionar com base em sua perspectiva pessoal ou se colocando no lugar dos outros. Essas perguntas iniciais funcionarão como dispositivo para promover o pensamento crítico dos estudantes em relação à problemática apresentada e também podem ser indutoras de uma visão mais empática sobre problemas que envolvam a comunidade.
Página exemplar: 172-173
Propõe atividades de pesquisa aos estudantes, para levantamento de dados quantitativos e/ou qualitativos que possam dar solidez ao produto que será desenvolvido durante o projeto.
Nesse momento, metodologias de pesquisa são exploradas, para que os alunos sejam capazes de buscar fontes confiáveis, analisar os dados coletados e organizá-los de forma adequada e discutir de que modo essas informações podem contribuir para o resultado final esperado.
Página exemplar: 84-91
Propõe atividades de discussão, negociação, gestão e planejamento do projeto, de modo que os estudantes possam atingir os objetivos pretendidos, que resultarão em produtos que deverão impactar, de alguma forma, tantos os alunos quanto a comunidade.
Página exemplar: 120-123
Etapa de elaboração de uma primeira versão do produto que traduza o que se deseja com o projeto. Trata-se de um momento em que o protagonismo, que vem sendo exercido desde o início do projeto, efetivamente se consolida, na medida em que o que foi problematizado, pesquisado e planejado anteriormente toma uma forma concreta.
Página exemplar: 158-162
Nessa etapa, os alunos organizam formas de comunicação dos resultados pretendidos pelo projeto com a comunidade, de modo a atrair as pessoas e sensibilizá-las para que possam interagir e aprender com os produtos gerados pelos projetos.
Página exemplar: 126 – 130
Os estudantes são convidados a refletir sobre todo o processo por meio de atividades de autoavaliação e avaliação entre pares. Espera-se que essas ações contribuam para o desenvolvimento da metacognição, de modo que os alunos apliquem os aprendizados em outros contextos.
Página exemplar: 189
Apresenta indicações de livros, filmes, podcasts e sites que dialogam com o tema do projeto.
Página exemplar: 112
Oferece informações complementares que aprofundam assuntos abordados nos percursos.
Página exemplar: 98