Direito Digital
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Head – Área Digital
Ana Paula Silva de Oliveira
Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas, pela Anhanguera Educacional. Especialista em Direito Ambiental pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Formada em nível técnico em Meio Ambiente. Ganhadora do prêmio em nível especialista no “IV Prêmio José Bonifácio de Andrada e Silva – Instituto Direito por um Planeta Verde”.
Idioma(s): português, inglês e espanhol.
O Brasil ocupa a segunda colocação no ranking dos países com mais delitos informáticos no mundo, contabilizando um prejuízo estimado em US$ 22 bilhões, segundo uma pesquisa realizada pela Norton Cyber Security, em 2017.
Esse número alarmante frisa a importância de problematizar o Direito Digital. Empresas que estão inseridas no ambiente virtual sabem que conforme a tecnologia evolui, novas formas de fazer negócios surgem, como:
Além disso, a internet possibilitou o fácil acesso a qualquer tipo de informação que esteja na rede, fato que traz questões como: risco de violação da propriedade intelectual, pirataria, downloads ilegais, apropriação de conteúdo exclusivo, vazamento de informações corporativas, operações bancárias digitalizadas, privacidade, liberdade de expressão e responsabilidade civil na internet. Esses são apenas alguns dos temas que se tornam cada vez mais frequentes e fomentam novos debates nas esferas legislativas e judiciárias.
Fica claro que problematizar e planejar o Direito Digital é fundamental para qualquer empresa, frente ao mundo cada vez mais conectado que vivemos.
O Direito Digital, releitura do Direito tradicional, é a ciência que regula o uso da tecnologia com as relações humanas e busca soluções práticas ao interligar diversas áreas do Direito, como: Contratos, Societário, Marcas e Patentes, Tributário, Criminal e Trabalhista.
Planejar e prevenir é fundamental para empresas de todos os portes, pois instrumentos jurídicos são indispensáveis para a proteção do negócio, de seus bens, da reputação da marca, da propriedade intelectual e de eventuais lesões cometidas com o uso da tecnologia da informação.
Somente com o apoio jurídico pertinente, os gestores de qualquer tipo de empresa conseguirão determinar procedimentos efetivos para lidar com o cenário da tecnologia e suas nuances. Assim, o Compliance Digital, englobado pelo Direito Digital, é indispensável para manter uma empresa saudável e ética, em conformidade com a lei e com subsídios comprovatórios aos seus clientes sobre suas proteções.
Startups
As startups são o presente e o futuro. De natureza disruptiva, essas empresas geralmente nascem da mente de jovens empreendedores inovadores, que desbravam mercados e mostram caminhos diferentes para problemas antigos e atuais. Esse modelo de negócio, que emerge do avanço da tecnologia, dos meios de comunicação e da obtenção de informação, cresce no Brasil. Apesar da expansão, alguns dados alertam sobre as dificuldades enfrentadas pelo modelo das startups.
Segundo o DCI, quase metade das startups brasileiras (46%) sofrem impacto financeiro direto por falta de planejamento jurídico. Os principais problemas enfrentados por essas empresas são de natureza tributária, trabalhista e relativos à propriedade intelectual. Outro dado relevante fornecido pela Abstartups (Associação Brasileira de Startups) aponta que, apenas uma em cada quatro startups, sobrevivem aos cinco primeiros anos de atuação. Tudo converge para a necessidade básica de se considerar o apoio jurídico especializado, desde a concepção da ideia da empresa.
Considerando um cenário que envolve o início de uma startup, a dúvida mais comum dos empreendedores novatos é: qual o momento ideal para constituir a empresa?
Muitas vezes estamos falando de uma ideia de modelo de negócio, cenário onde é imprescindível ter um documento de “Memorando de Intenção de Pré-constituição da Sociedade”, detalhando todos os aspectos da empresa. Com esse documento, os idealizadores têm mais segurança e transmitem credibilidade para atuais ou futuros investidores.
O LG&P assessora empresas juridicamente e as tornam atrativas para investidores, fundos e family offices.
A atuação do LG&P no Direito Digital destaca-se nas áreas de:
A atuação do LG&P no Direito para Startups destaca-se nas áreas de: